Em
todos os círculos do Cristianismo há formas diversas quanto à crença
individual.
Há
católicos romanos que restringem ao padre o objeto de confiança; reformistas
evangélicos que se limitam à fórmula verbal e espiritistas que concentram
todas as expressões da fé na organização mediúnica.
É
natural, portanto, a colheita de desilusões.
Em
todos os lugares, há sacerdotes que não satisfazem, fórmulas verbalistas
que não atendem e médiuns que não solucionam todas as necessidades.
Além
disso, temos a considerar que toda crença cega, distante do Cristo,
pode redundar em séria perturbação... Quase sempre, os devotos não pedem
algo mais que a satisfação egoística no culto comum, no sentimento rudimentar
de religiosidade, e, daí, os desastres do coração.
O
discípulo sincero, em todas as circunstâncias, compreende a probabilidade
de falência na colaboração humana e, por isso, coloca o ensino de Jesus
acima de tudo.
O
Mestre não veio ao mundo operar a exaltação do egoísmo individual, e,
sim, traçar um roteiro definitivo às criaturas, instituindo trabalho
edificante e revelando os objetivos sublimes da vida.
Lembra
sempre que a tua existência é jornada para Deus.
Em
que objeto centralizas a tua crença, meu amigo? Recorda que é necessário
crer sinceramente em Jesus e segui-Lo, para não sermos confundidos. |