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FAZENDO
HOME PAGE |
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Uma
das características mais interessantes da Internet é a oportunidade
que todos os usuários têm de disseminar informações. Tanto
um vencedor do prêmio Nobel, quanto um estudante do primeiro
ano de faculdade contam com os mesmos canais de distribuição
para expressar suas idéias. Com o surgimento da World Wide
Web, esse meio só foi enriquecido. O conteúdo da rede ficou
mais atraente com a possibilidade de incorporar imagens
e sons. Um novo sistema de localização de arquivos criou
um ambiente em que cada informação tem um endereço único
e pode ser encontrada por qualquer usuário da rede.
Isso
significa que na prática não existe nenhuma diferença entre
as páginas de uma grande empresa na Web e as páginas que
o leitor irá produzir. Ambas podem ser acessadas com a mesma
facilidade. A diferença é uma só: a criatividade. Este livro
tem o objetivo de fornecer as ferramentas básicas para exercitar
a criatividade na Web. Será preciso aprender um pouco de
HTML (HyperText Markup Language), a linguagem utilizada
para criar as páginas. O leitor também vai encontrar uma
porção de dicas, truques e exemplos, além de um guia com
as empresas que alugam espaço na Web. |
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O
que é a Internet |
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Existem
muitos termos que tentam definir a Internet. Super-estrada
da informação, preferem os políticos. Rede de redes, insistem
os cientistas. O certo é que cada um desses grupos prefere
ver a rede segundo seus próprios interesses. Para os políticos,
uma nova fronteira de construção e investimentos coletivos
é um desafio. Já os cientistas, rigorosos em suas definições,
enxergam a virtude da Internet em conectar computadores
de qualquer tipo em todo o globo.
As
visões distintas da rede não param por aí. Há quem veja
na Internet uma perigosa fonte de pornografia. As indústrias
sonham com o dia em que poderão vender diretamente aos consumidores,
sem nenhum intermediário. Empresas de comunicação esperam
o meio que vai reunir rádio, TV e televisão em um mesmo
sistema de produção. Pais de estudantes no exterior matam
as saudades pelo monitor. E paqueras virtuais acontecem
a toda hora em cada canto da rede.
A
Internet é tudo isso ao mesmo tempo. E com certeza muito
mais. A rede é o que cada pessoa quiser que ela seja. Em
toda a história da Internet foram os usuários que inventaram
novos recursos e novas aplicações. É um terreno fértil para
boas idéias.
Isso
tudo porque a Internet é uma invenção muito simples. Nada
mais é do que uma forma fácil e barata de fazer com que
computadores distantes possam se comunicar. A partir daí,
a revolução está nas mãos das pessoas.
Cada
usuário recebe uma identificação única, conhecida como endereço.
Com esse endereço, ele pode se comunicar, enviando mensagens
para outras pessoas. É o que se chama de correio eletrônico.
Graças ao esforço de instituições como Universidades e empresas
ligadas à pesquisa, dispostas a investir dinheiro e pessoal
para criar e manter os pontos principais da rede —
os servidores (computadores de alto desempenho) —
é possível conseguir programas de graça e consultar bancos
de dados públicos.
Hoje,
com o sucesso da Internet, toda empresa se vê na obrigação
de colocar a cara na rede. Os serviços se multiplicam. Os
bancos oferecem todas as suas operações pelo computador.
Notícias são distribuídas imediatamente. Pizzarias aceitam
pedidos. Livrarias e lojas de discos vendem seus produtos.
No
entanto, boa parte do material da rede é produzido por indivíduos
querendo expressar ao mundo suas preferências. Um usuário
reúne tudo que tinha sobre Jornada nas Estrelas e coloca
na Internet. Outro, com objetivos mais práticos, escreve
um currículo e espera que seus talentos sejam descobertos.
Todo mundo que um dia sentiu vontade de compartilhar suas
façanhas agora pode fazer isso. O tal terreno fértil da
Internet tem um nome. Se chama World Wide Web, ou apenas
Web. |
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Como
Funciona a Web |
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A
Web funciona basicamente com dois tipos de programas: os
clientes e os servidores. O cliente é o programa utilizado
pelos usuários para ver as páginas, enquanto os servidores
ficam responsáveis por armazenar e permitir o acesso ao
conteúdo da rede. Neste livro chamamos o programa cliente
de navegador (em inglês, browser). O que o navegador faz
é requisitar um arquivo para um servidor. Se a informação
pedida realmente estiver armazenada naquele servidor, o
pedido será enviado de volta e mostrado na tela do navegador.
A
informação na Web é organizada na forma de páginas, que
podem conter texto, imagens, sons e, mais recentemente,
pequenos programas. Além disso, as páginas da Web podem
ser ligadas umas com as outras, formando o que se chama
de um conjunto de hipertextos. Assim é possível, por exemplo,
que um trabalho de faculdade faça referência direta a um
texto que serviu de base para o estudo. O leitor interessado
na fonte de pesquisa pode saltar imediatamente para o texto
original. Dessa forma, qualquer documento pode levar a um
outro texto que também esteja disponível na rede. A possibilidade
de criar uma "malha" de informação em torno do planeta deu
origem ao nome World Wide Web, que significa "teia de alcance
mundial". |
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O
navegador |
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Como
foi dito há pouco, os usuários circulam por essa teia com
um programa chamado navegador. Esse programa envia pedidos
de páginas pela rede e as apresenta na tela do usuário.
Existem vários navegadores para todos os tipos de computadores.
Os mais conhecidos são o Netscape Navigator e o Microsoft
Internet Explorer. |
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Os
servidores |
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Os
pedidos dos navegadores são atendidos por uma combinação
de computador e programas que formam os servidores. Esses
computadores e programas armazenam as páginas e podem exercer
algum tipo de controle sobre quais usuários podem acessá-las.
São máquinas potentes instaladas em universidades, empresas
e órgãos do governo conectadas permanentemente à Internet.
Também é possível montar um servidor de Web em casa, com
um computador pessoal. Existe programas de servidores de
Web tanto para Mac como para PC.
Apesar
de poderem ser instalados em praticamente todos os tipos
de computadores, os servidores devem estar conectados 24
horas por dia na rede para que os usuários possam requisitar
as páginas a qualquer momento. A melhor solução para montar
um conjunto de páginas é procurar uma empresa que aluga
espaço em um servidor Web. |
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O
que é URL |
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A
Web permitiu que cada documento na rede tenha um endereço
único, que indica o nome do arquivo, diretório, nome do
servidor e o método pelo qual ele deve ser requisitado.
Esse endereço foi chamado de URL (Uniform Resource Locator,
numa tradução literal, localizador uniforme de recursos).
Uma URL tem a seguinte estrutura:
http://www.seed.net.tw/~milkylin/htmleasy.html
Onde:
http://
é o método pelo qual ocorrerá a transação entre cliente
e servidor. HTTP (HyperText Transfer Protocol, ou protocolo
de transferência de arquivos de hipertexto) é o método utilizado
para transportar páginas de Web pela rede. Outros métodos
comuns são: ftp:// (para transferir arquivos), news:// (grupos
de discussão) e mailto:// (para enviar correio eletrônico).
www.seed.net.tw
é o nome do servidor onde está armazenado o arquivo. Nem
sempre o nome de um servidor de Web inicia por www. Existem
servidores de Web com nomes como cs.dal.ca.
/~milkylin/
é o diretório onde está o arquivo. Às vezes uma URL indica
apenas o diretório (ou o servidor). Nesse caso, o servidor
se encarrega de procurar e enviar o arquivo adequado.
htmleasy.html
é o nome do arquivo. A extensão .html indica que se trata
de uma página Web. Uma URL pode indicar outras extensões.
Quando o navegador recebe um arquivo com a extensão .txt,
o arquivo é tratado como um texto comum. Em outros casos,
como nas extensões .zip (arquivo comprimido) e .exe (um
programa), o navegador abre uma janela perguntando ao usuário
o que fazer com o arquivo.
Esse
endereço único de um documento pode ser utilizado pelo usuário
para localizar um arquivo com o navegador. Nesse caso, o
usuário deve preencher com o endereço uma janela do navegador
conhecida como Location, Open ou Address e teclar Enter.
A URL será enviada até o servidor, que tentará localizar
o arquivo e enviá-lo para o usuário. Caso o arquivo não
esteja disponível no servidor, o usuário receberá uma mensagem
de erro.
As
URLs também são colocadas dentro de páginas de WWW para
fazer referência a outras informações disponíveis na Internet.
Nesse caso, determinados itens (trechos de texto ou imagens)
da página, conhecidos como links, podem ser utilizados pelos
usuários para saltar de um lugar a outro na rede. Os links
podem conter ligação com qualquer tipo de arquivo. Essa
ligação entre os documentos é o que se chama de hipertexto. |
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Uma
página simples |
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Apesar
dessa aparente sofisticação, as páginas Web não passam de
documentos de texto simples. Podem ser produzidas com qualquer
editor de texto, como o Notepad do Windows. A diferença
é que as páginas Web contêm algumas marcas especiais para
determinar o papel de cada elemento dentro do texto. Alguns
elementos são marcados como títulos, outros como parágrafos.
As marcações são usadas também para indicar os links que
levam a outros documentos na rede. Essas marcas são chamadas
de tags e estão especificadas dentro da linguagem utilizada
para criar as páginas Web, HTML. |
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O
que você precisa saber sobre HTML |
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O
primeiro conceito que deve-se ter em mente ao projetar páginas
Web é que HTML não foi criada para controlar a aparência
dos documentos, ao contrário dos processadores de texto
e programas de layout de página. Como dissemos há pouco,
os tags de HTML apenas informam ao navegador o que são os
elementos que estão na página. Eles dizem, por exemplo,
que um determinado trecho é o título principal do documento
e outro é um item de lista. A formatação do trecho é deixada
para o navegador. Cada navegador mostra a página de uma
forma um pouco diferente, o que dificulta o trabalho de
programação visual na Web. Para complicar ainda mais, cada
usuário pode modificar a configuração padrão de seu navegador
para que o seu programa mostre o texto na fonte (tipo de
caractere) que quiser.
Em
compensação é muito simples criar uma página básica para
colocar na Internet com HTML. Neste capítulo, apresentamos
um exemplo enxuto, que aos poucos ficará mais sofisticado. |
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Software
necessário para esta seção |
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Como
a página Web é um documento de texto comum, pode-se utilizar
um editor de texto simples, como o Notepad do Windows. Existem
editores de HTML que podem facilitar a confecção das páginas.
É
importante notar que os exemplos descritos aqui devem ser
gravados no formato texto e com a extensão .htm ou .html.
Portanto, se for utilizado um processador de texto, como
o Word, WordPerfect ou WordStar, o arquivo deve ser salvo
no formato "somente texto". O navegador de Web não vai entender
um arquivo gravado nos formatos específicos dos processadores
de texto (.doc, por exemplo).
Será
necessário também um programa de desenho para criar as imagens,
como o Paintbrush do Windows ou um mais sofisticado, como
o Photoshop. Também é preciso cuidado na hora de gravar
as imagens. O formato mais aceito pelos navegadores é o
GIF. O Paintbrush do Windows grava arquivos apenas nos formatos
BMP ou PCX. Será necessário um outro programa para fazer
a conversão, como o Lview. Além disso, será necessário um
navegador de Web para visualizar as páginas. |
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Primeiro
Exemplo |
A
melhor maneira de aprender a escrever páginas de Web é fazendo.
Vamos ao primeiro exemplo:
<HTML>
<HEAD>
<TITLE>Primeiro exemplo</TITLE>
</HEAD>
<BODY>
<H1>Título principal</H1>
Este é o texto do primeiro exemplo.
Para dividir os parágrafos, usa-se o tag <P>.<P>
Este é o segundo parágrafo. Para colocar um novo
título depois
de um parágrafo não é necessário colocar o tag <P>.
<H2>Título secundário</H2>
Para abrir uma linha, usa-se o tag <BR>,<BR>
certo?
<H3>Uma lista</H3>
<UL>
<LI>Item 1
<LI>Item 2
<LI>Item 3
</UL>
</BODY>
</HTML>
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Assim
que o exemplo for salvo no editor de texto com a extensão
.htm ou .html, pode-se visualizá-lo em um navegador. Para
abrir o arquivo, deve-se escolher Open, Open File ou Open
Local File no menu File do navegador. Alguns navegadores
tem um botão Open na barra de botões. |
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Como
funcionam os tags |
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O
primeiro exemplo mostra vários trechos de texto marcados
por códigos colocados entre os caracteres < e >. Esses
códigos, chamados de tags, são responsáveis pela marcação
do texto em função de seu papel dentro do documento. O título
principal é marcado com os tags <H1> e </H1>,
enquanto os parágrafos são separados pelo tagP>. Existem
dois tipos de tags. Alguns são formados aos pares, indicando
o início e o fim do trecho afetado, como o par <H1>
e </H1>. Outros podem ser colocados inidividualmente,
como o <P>, que simplesmente insere um espaço para
dividir parágrafos. Mais adiante, mostraremos que os tags
também podem receber atributos. |
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Tags
básicos |
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Existem
quatro pares de tags que devem ser sempre colocados na página.
O par de tags <HTML> e </HTML> deve englobar
todo o conteúdo da página (estar presente no início e no
fim do texto) para indicar ao navegador que se trata de
um documento HTML. O documento, por sua vez, está dividido
em duas partes: o cabeçalho e o corpo do texto, cada um
indicado por um par de tags diferente. Tudo que estiver
entre o par <HEAD> e </HEAD> irá compor o cabeçalho,
não aparecendo na página. O elemento principal do cabeçalho
é o título do documento, que deve ser colocado entre o par
<TITLE> e </TITLE>. Os navegadores mostram o
título na barra de título do programa e na área em aparecem
as páginas já visitadas. Por fim, existe o par <BODY>
e </BODY>, que serve para indicar o corpo do texto,
ou seja, a parte mostrada na janela do navegador. |
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Títulos |
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No
corpo do texto podem ser colocados até seis níveis de títulos.
A hierarquia começa em <H1>, como o maior título,
e termina em <H6>, como o menor. Os títulos <H5>
e <H6> aparecem tão pequenos no navegador que provavelmente
nunca serão usados. |
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Parágrafos |
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Os
parágrafos são digitados normalmente. O tag <P> serve
para indicar o início de um novo parágrafo. Se o tag <P>
for colocado antes de um título (<H2>, por exemplo),
a marca de parágrafo é ignorada. Nesse caso, o próprio título
se encarrega de colocar o espaço necessário. |
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Linhas |
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Assim
como as marcas de parágrafo, as quebras de linha são indicadas
por um tag simples. Para abrir uma nova linha, usa-se o
tag <BR>. |
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Listas |
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O
início de uma lista pode ser indicado com <UL> e o
final com </UL>. Esse tag descreve listas não-ordenadas
(unordered lists, em inglês) e simplesmente coloca um elemento
gráfico (um círculo, um quadrado etc.) no começo de cada
item da lista. Existem outros tipos de listas. O início
de cada item é indicado com o tag <LI>. |
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Melhorando
a aparência |
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Com
os tags básicos do primeiro exemplo já é possível criar
páginas Web para colocar à disposição dos usuários. O exemplo
mostrado há pouco é completo e, se colocado em um servidor
Web, pode ser identificado com sua própria URL e acessado
de qualquer lugar do mundo. Porém, o primeiro exemplo deixa
muito a desejar em apelo visual. Vamos melhorar a aparência
deste documento. |
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Alinhamento |
A
primeira providência para melhorar a aparência da página
é modificar o alinhamento do texto. O alinhamento padrão
(com o qual vêm configurados os navegadores) é à esquerda.
Para mudar o alinhamento padrão deve-se adicionar o atributo
ALIGN dentro dos tags que marcam os títulos e os parágrafos:
<H1
ALIGN=CENTER>Título</H1>
<P ALIGN=CENTER>Este é um parágrafo centralizado.</P> |
Desta
vez, o tag <P> ganhou uma opção (ALIGN=CENTER). Por
isso, é preciso utilizar um tag de fechamento (</P>)
para indicar que apenas aquele parágrafo receberá um alinhamento
diferente. |
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Margem |
Outro
controle sobre o alinhamento dos elementos da página pode
ser conseguido através da mudança de margem. O texto sempre
começa a uma determinada distância da janela do navegador
(um pouco diferente em cada navegador). Às vezes, será necessário
aumentar essa margem e fazer com que o texto comece mais
para dentro da página. O par de tags <BLOCKQUOTE>
e </BLOCKQUOTE> serve para aumentar a margem. O efeito
desse tag pode ser acumulado para conseguir margens maiores.
Veja os exemplos:
| <BLOCKQUOTE>Texto
com mais margem</BLOCKQUOTE> |
| <BLOCKQUOTE><BLOCKQUOTE>Texto
com mais margem ainda</BLOCKQUOTE></BLOCKQUOTE> |
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Texto
pré-formatado |
Existe
ainda uma terceira forma de modificar o alinhamento. É a
utilização do par de tags <PRE> e </PRE>. Usando
esses tags, todos os espaços e entradas de parágrafo (o
resultado da tecla Enter) são respeitados. Em um texto normal,
qualquer espaço a mais entre duas palavras é ignorado pelo
navegador. Com a pré-formatação, pode-se controlar o espaçamento
com a barra de espaço e colocar o texto em praticamente
qualquer lugar da página. Apesar da vantagem dessa forma
de alinhamento arbitrário, o tag <PRE> muda o tipo
de caractere para uma fonte monoespaçada. Uma fonte monoespaçada
é aquela na qual todos os caracteres ocupam o mesmo espaço
horizontal, ao contrário da fonte proporcional, na qual
o "i" ocupa menos espaço do que o "a", por exemplo.
<PRE>Este
texto está pré-formatado. A fonte é monoespaçada
e as entradas de parágrafo, assim como os espaços
adicionais, são respeitadas. Neste caso, a margem
esquerda foi aumentada em cinco caracteres.</PRE>
O texto normal recebe fonte proporcional e ignora
a presença de espaços a mais no meio do texto. Entradas
de parágrafo adicionais também são ignoradas. |
No
Netscape, é possível colocar tags de título dentro do par
<PRE> e </PRE>, permitindo a manutenção da fonte
proporcional (Times New Roman, por exemplo). Na maioria
dos navegadores, porém, os tags de título são ignorados
e se sobrepõem aos tags de pré-formatação, eliminando o
seu efeito. |
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Estilos
de caracteres |
Para
dar ênfase em determinados trechos de texto, pode-se usar
negrito, itálico ou mesmo a fonte monoespaçada citada há
pouco.
<B>Texto
em negrito</B><P>
<I>Texto em itálico</I><P>
<TT>Texto monoespaçado</TT><P> |
Ao
contrário de <PRE>, o tag <TT> ignora espaços
em branco adicionais e entradas de parágrafo no meio do
texto. Em relação ao espaçamento, o tag <TT> funciona
exatamente como texto normal. Os tags de estilo podem ser
usados uns sobre os outros, acumulando seus efeitos.
<B><I>Texto
em negrito e itálico</I></B><P>
<B><TT>Texto monoespaçado em negrito</TT></B><P>
<I><TT>Texto monoespaçado em itálico</TT></I><P>
<B><TT><I>Texto monoespaçado em
negrito e itálico</I></TT></B> |
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Tamanhos
de fontes |
Alguns
navegadores aceitam a modificação do tamanho do texto através
do atributo SIZE do tag <FONT>. O tag <FONT>
pode ser atribuído a qualquer parte do texto, com exceção
dos títulos (<H1>, <H2> etc.). Os valores do
atributo SIZE variam de 1 a 7. O tamanho normal do texto
nos navegadores é equivalente a SIZE=3. Não existe nenhuma
relação entre os valores no atributo SIZE e o número de
pontos (a unidade utilizada para medir os caracteres). Portanto
o melhor é experimentar todos os tamanhos e avaliar o resultado.
<FONT
SIZE=7>Texto com FONT SIZE=7</FONT><P>
<FONT SIZE=6>Texto com FONT SIZE=6</FONT><P>
<FONT SIZE=5>Texto com FONT SIZE=5</FONT><P>
<FONT SIZE=4>Texto com FONT SIZE=4</FONT><P>
<FONT SIZE=3>Texto com FONT SIZE=3</FONT><P>
<FONT SIZE=2>Texto com FONT SIZE=2</FONT><P>
<FONT SIZE=1>Texto com FONT SIZE=1</FONT> |
O
tag <FONT> também pode ser utilizado com um atributo
diferente para cada letra. A aplicação mais óbvia é a colocação
de uma capitular, aquela letra em tamanho maior no início
de um parágrafo.
| <FONT
SIZE=7>T</FONT><FONT SIZE=4>exto</FONT> |
Também
é possível modificar o tamanho de todo o texto de uma vez
só colocando o tag <BASEFONT> no topo do texto. |
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Cores
diferentes |
Alguns
navegadores também aceitam modificar a cor padrão do texto
e do fundo da janela do documento. Essa definição é feita
em atributos do tag <BODY>. Os atributos são BGCOLOR
e TEXT.
| <BODY
BGCOLOR=FFFFFF TEXT=000000>
ou
<BODY BGCOLOR=WHITE TEXT=BLACK> |
O
exemplo acima produz uma página com fundo branco e texto
na cor preta. Os valores dos atributos são definidos em
uma tabela de cores no padrão RGB ou pelo nome da cor. Pode-se
definir ainda a cor de determinados trechos de texto, com
o atributo color no tag <FONT>.
| <FONT
COLOR=FFFFFF>Texto na cor branca</FONT>
ou
<FONT COLOR=WHITE>Texto na cor branca</FONT> |
Dessa
forma, é possível ter texto de várias cores na mesma página. |
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Mudando
o tipo de fonte |
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O
Internet Explorer, navegador da Microsoft lançado no segundo
semestre de 1995, trouxe a novidade de permitir a mudança
do tipo de caractere do texto. O autor de uma página Web
pode definir qual será o tipo de determinada parte do texto,
mas o usuário precisa ter aquela fonte instalada no computador.
Sugere-se a escolha de tipos comuns, como o Arial, que vem
junto com o Windows.
<FONT
FACE=ARIAL><H1>Título principal</H1>
Este é o texto do primeiro exemplo. Para dividir
os parágrafos, usa-se o tag <P>.<P>
Este é o segundo parágrafo. Para colocar um novo
título depois de um parágrafo não é necessário (tampouco
funciona) colocar o tag <P>.<P>
<H2>Título secundário</H2>
Para abrir uma linha, usa-se o tag <BR>,<BR>
certo?</FONT>
<H3>Uma lista</H3>
<UL>
<LI>Item 1
<LI>Item 2
<LI>Item 3
</UL> |
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Hyperlinks |
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Até
agora produzimos apenas um documento bastante simples, que
poderia ser composto com recursos muito mais sofisticados
em qualquer processador de texto. Mas neste livro estamos
falando de documentos de hipertexto, que podem fazer ligações
com outros textos.
Os
pontos que ligam esses hipertextos são chamados de hyperlinks,
links ou âncoras de hipertexto. O tag que indica a região
a ser tratada como um hyperlink é o par <A> e </A>.
Dentro desse tag, na forma de atributo, é colocada a referência
ao arquivo ligado. A referência indica a URL do documento.
Quando o usuário clicar sobre o trecho realçado pela âncora
de hipertexto, o arquivo ligado será requisitado ao servidor
e mostrado na janela do navegador.
<P
ALIGN=CENTER>Uma ligação de hipertexto:</P>
<P ALIGN=CENTER><A HREF=http://www.seed.net.tw/~milkylin/htmleasy.html>HTML
Easy! Pro home page</A></P> |
Neste
exemplo, o texto HTML Easy! Pro home page aparece no navegador
realçado de alguma forma, normalmente em uma cor diferente
e sublinhado. O cursor do mouse se transforma em uma mãozinha
quando colocado sobre o texto realçado. Ao clicar no link,
o arquivo htmleasy.html, do diretório /~milkylin/ do servidor
www.seed.net.tw será transmitido pela rede e mostrado na
tela.
Colocando
uma URL no atributo HREF do tag <A>, pode-se ligar
uma página com qualquer outro documento disponível na Internet.
Pode-se fazer uma página com uma lista de páginas preferidas
da rede com suas devidas ligações de hipertexto.
<H1>Lista
de recursos sobre HTML</H1>
<UL>
<LI><A HREF="http://www.willamette.edu/html-composition/strict-html.html">Composing
Good HTML</A>
<LI><A HREF="http://www.w3.org/hypertext/WWW/Provider/Style/Introduction.html">CERN's
style guide for online hypertext</A>
<LI><A HREF="http://www.ucc.ie/info/net/htmldoc.html">How
to Write HTML Files</A>
<LI><A HREF="http://melmac.corp.harris.com/about_html.html">Introduction
to HTML</A>
<LI><A HREF="http://kuhttp.cc.ukans.edu/lynx_help/HTML_quick.html">The
HTML Quick Reference Guide</A>
<LI><A HREF="http://www.w3.org/hypertext/WWW/MarkUp/MarkUp.html">The
official HTML specification</A>
</UL> |
Neste
exemplo, as URLs estão entre aspas. Isso significa que o
servidor vai considerar a diferença entre maiúsculas e minúsculas
(o que se chama de sensitivo à caixa) na hora de localizar
o arquivo. Se no exemplo acima o arquivo HTML_quick.html
estiver gravado no servidor como html_quick.html, o documento
não será localizado e o usuário receberá uma mensagem de
erro. Nem sempre é necessário colocar uma URL completa em
uma âncora de hipertexto. É possível indicar apenas o nome
do servidor.
<UL>
<LI><A HREF=www.apple.com>Apple Computer</A>
<LI><A HREF=www.thespot.com>The Spot</A>
</UL> |
Neste
exemplo, os servidores da Apple e do The Spot se encarregarão
de indicar qual é a página que deve ser carregada. Essa
página principal é chamada normalmente de home page.
Quando
a âncora apontar para uma página armazenada no mesmo servidor,
não é necessário colocar o endereço da máquina. Se o documento
estiver no mesmo diretório, basta indicar o nome do arquivo.
| <A
HREF=exemplo1.htm>Exemplo 1</A> |
O
link acima chama o arquivo exemplo1.htm, que deve estar
no mesmo diretório da página. Se o documento estiver em
um subdiretório de onde está o arquivo que contém a âncora,
é preciso indicá-lo.
| <A
HREF=exemplos/exemplo1.htm>Exemplo1</A> |
Digamos
que agora seja necessário traçar o caminho de volta, colocando
uma âncora no arquivo exemplo1.htm para a página anterior.
| <A
HREF=../ancora.htm>Volta para exemplo de âncora</A> |
A
referência cruzada entre arquivos armazenados no mesmo computador
mas em diretórios diferentes merece bastante atenção. Digamos
que existam dois diretórios colocados no mesmo nível. Um
chamado musica e outro, comida. Um arquivo chamado rock.htm,
do diretório musica deve fazer uma referência ao arquivo
feijoada.htm, do diretório comida. A âncora de hipertexto
do documento rock.htm deve ficar assim:
| <A
HREF=../comida/feijoada.htm>Tudo sobre feijoada</A> |
Também
pode-se fazer uma referência a uma outra parte do mesmo
documento. Isso é particularmente útil quando se está fazendo
um índice de um texto. A âncora para um texto no mesmo documento
fica assim:
| <A
HREF=#cap1>Capítulo 1</A> |
Enquanto
o alvo do link fica desta forma:
| <A
NAME=cap1>Capítulo 1</A> |
Neste
exemplo, quando o usuário clicar sobre o link <A HREF=#cap1>Capítulo
1</A>, ele será remetido ao ponto onde está a referência
<A NAME=cap1>Capítulo 1</A>. A parte do texto
que é referenciada (o alvo de um link) não fica realçada
como os hyperlinks. Além de ser invisível, não é obrigatório
que exista um link apontando para ela.
Pode-se
colocar referências do tipo <A NAME> em um documento
longo apenas para que outras pessoas produzindo páginas
Web possam fazer ligações para determinadas partes do texto.
Para citar uma determinada parte de um outro texto, a referência
é:
| <A
HREF=exemplo.htm#capitulo1>Capítulo 1 do Exemplo</A> |
Sendo
que exemplo.htm é o nome do arquivo referenciado e capítulo1
é a referência a uma parte daquele texto. |
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Cores
dos hyperlinks |
Da
mesma forma que é possível definir cores diferentes para
o fundo e o texto, pode-se mudar a cor dos links. As cores
das âncoras de hipertexto variam de acordo com a sua condição:
visitados, nunca visitados e ativos. Os navegadores sabem
quais foram os hyperlinks já visitados pelo usuário em um
determinado período de tempo. Por isso, a cor dos links
já visitados deve ser diferente da cor das referências nunca
visitadas. Além disso, o link pisca em uma cor ainda diferente
dessas duas logo depois que é clicado pelo usuário. A cor
dos links é definida no tag <BODY>.
| <BODY
LINK=RED ALINK=BLUE VLINK=GREEN> |
Onde:
LINK
determina a cor dos links não visitados
ALINK determina a cor que os links devem piscar quando clicados
VLINK determina a cor dos links já visitados
Neste
exemplo, os links nunca visitados ficam em vermelho, os
ativos (quando clicados) em azul, e os visitados em verde.
Para não confundir os usuários, a cor dos links já visitados
deve ser uma versão mais clara da cor das ligações ainda
não visitadas. |
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Imagens |
Agora
que já explicamos como fazer um documento hipertexto, podemos
finalmente incluir imagens nessa página Web. Para inserir
uma imagem basta indicar o nome do arquivo dentro do tag
<IMG>.
Aqui
você vê uma imagem:<P>
<IMG SRC=imagem.gif>
Note que a imagem...<P> |
Neste
exemplo, a imagem imagem.gif aparece alinhada entre as frases
"Aqui você vê uma imagem:" e "Note que a imagem...". Se
a imagem estiver em um diretório diferente do arquivo de
texto, é preciso especificá-lo na referência. Recomenda-se
que as imagens sejam colocadas em um diretório separado
para facilitar a manutenção dos arquivos. Exemplo:
Aqui
você vê uma imagem:<P>
<IMG SRC=imagens/imagem.gif>
Note que a imagem...<P> |
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Alinhamento
da imagem |
No
exemplo anterior, a imagem ficou alinhada à esquerda da
tela e o texto imediatamente posterior a ela alinhou-se
com o canto inferior direito da imagem. Esse é o alinhamento
padrão de textos com imagens. É possível mudar o alinhamento
utilizando o atributo ALIGN dentro do tag <IMG>.
Aqui
você vê uma imagem:<P>
<IMG SRC=imagens/imagem.gif ALIGN=TOP>
Note que a imagem...<P> |
Agora
a imagem ficou alinhada à esquerda e com o topo do texto
"Note que a imagem...". Para alinhar a imagem à esquerda,
mas com o texto no centro, usa-se ALIGN=MIDDLE. O texto
utilizado imediatamente depois da imagem nos exemplos anteriores
é curto. Se for usado um texto mais longo, apenas uma linha
ficará alinhada com a imagem. O restante será jogado para
a linha seguinte. Exemplo:
Aqui
você vê uma imagem:<P>
<IMG SRC=imagem.gif align=top>
Note que a imagem está alinhada à esquerda. O texto
imediatamente posterior à imagem fica alinhado no
canto superior direito. Mas apenas uma linha acompanha
a imagem. O restante do texto é jogado para a linha
seguinte.<P> |
Este
problema pode ser contornado utilizando outros atributos
de alinhamento que fazem a imagem "flutuar" ao lado do texto.
Exemplo:
Aqui
você vê uma imagem:<P>
<IMG SRC=imagem.gif ALIGN=LEFT>
Note que a imagem está alinhada à esquerda. Alguns
navegadores, como o Netscape, permitem colocar o
texto em torno da imagem, independente de seu comprimento.
É como se a imagem estivesse flutuando no meio do
texto.<P> |
Neste
exemplo, a imagem ficou alinhada à esquerda e permitiu que
todo o texto imediatamente posterior ficasse alinhado à
direita. Para alinhar a imagem à direita, usa-se o atributo
ALIGN=RIGHT. No entanto, quando usa-se os atributos ALIGN=LEFT
ou ALIGN=RIGHT, todo o texto imediatamente posterior é puxado
para o lado da imagem. Se for necessário interromper o fluxo
de texto ao lado da imagem, pode-se usar o tag <BR>
com o atributo CLEAR=ALL.
Aqui
você vê uma imagem:<P>
<IMG SRC=imagem.gif ALIGN=LEFT>
Note que a imagem está alinhada à direita. O texto
está contornando a imagem, mas somente até este
ponto. <BR CLEAR=ALL>A partir daqui o texto
é jogado para a próxima margem livre em qualquer
um dos lados da janela.<P> |
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Borda |
É
possível colocar uma borda em volta da imagem. O atributo
é BORDER. O valor da borda é expresso em pixels.
Aqui
você vê uma imagem:<P>
<IMG SRC=imagens/imagem.gif BORDER=2>
Note que a imagem...<P> |
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Texto
alternativo |
De
nada vai adiantar caprichar na produção de uma imagem, se
a pessoa que está vendo as páginas utiliza um navegador
incapaz de mostrar imagens (sim, eles existem e são bastante
utilizados, principalmente o lynx). Outros usuários também
ajustam o navegador para não carregar imediatamente as imagens.
Por causa de conexões lentas, algumas pessoas preferem receber
o texto e depois pedir as imagens. Mas para isso elas precisam
saber do que se tratam as imagens. Essa é a função do texto
alternativo. Pode-se colocar o título ou a melhor descrição
possível de uma imagem utilizando o atributo ALT:
| <IMG
SRC=imagem.gif ALT=nome_da_imagem> |
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Margens |
Pode-se
controlar o espaço em volta da imagem colocando o valor
em pixels da margem desejada. É possível definir as margens
separadamente ou em conjunto. Para mais espaço em cima e
embaixo da imagem, o atributo é VSPACE. Se o problema for
espaço dos lados da imagem, usa-se o atributo HSPACE para
definir as margens horizontais.
| <IMG
SRC=imagem.gif” VSPACE=10 HSPACE=20> |
Cada
um desses atributos (HSPACE e VSPACE) adiciona espaço nas
duas faces da imagem (em cima e em baixo e à direita e à
esquerda). Não há como definir uma margem maior apenas à
esquerda ou somente na parte inferior. |
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Formatos
e interlaceamento |
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Os
formatos de imagem mais aceitos pelos navegadores são GIF
e JPG. A vantagem do formato GIF é que se pode gravar na
opção GIF89 para conseguir que a imagem seja carregada progressivamente,
um efeito conhecido como interlaceamento. Com o carregamento
progressivo, o usuário tem a impressão da imagem estar sendo
carregada mais rápido. O formato JPG oferece um fator de
compressão maior do que o GIF. As imagens ocupam menos espaço
em bytes. Mas o processo de compressão do JPG pode causar
alguma perda de qualidade à imagem. Como regra geral, o
formato JPG deve ser usado em imagens fotográficas e o GIF
em imagens criadas em computador ou desenhadas. A compressão
do formato GIF se dá ainda melhor com imagens com poucas
cores e trechos contínuos de uma cor só. |
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Dimensões |
Se
as dimensões da imagem forem colocadas na referência, o
usuário terá a impressão de que a página foi carregada mais
rápido. Fornecendo as dimensões, o navegador reserva o espaço
para a imagem e vai carregando o texto para que o usuário
possa começar a ler. Depois de carregado o texto, as imagens
começam a ser mostradas. Deve-se escrever a referência de
imagem neste formato:
| <IMG
SRC=“imagem.gif” width=310 height=220> |
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